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Padroeira

Nossa Senhora Mãe da Igreja

Foi no dia 21 de novembro de 1964, que o então papa Paulo VI, proclamou a MARIA como MÃE DA IGREJA, o corpo visível do seu Filho Jesus. Foi durante a promulgação da Constituição Dogmática sobre a Igreja: “Lumen Gentium”, documento este, considerado a pedra fundamental da doutrina conciliar, pois faz uma profunda meditação sobre a natureza e a missão da Igreja à luz de Cristo. Neste contexto de intensa ação e presença do Espírito Santo, durante a realização do Concílio Vaticano II (1965 à 1965), momento de grande graça para toda a Igreja, onde todos os bispos do mundo, dignos representantes dos Apóstolos, estavam reunidos, guiados pelo sucessor de Pedro, o então Papa Paulo VI, é que acontece a proclamação de MARIA, como a MÃE DA IGREJA, no sentido que ela é a Mãe de todo o povo de Deus; tanto dos fiéis, como dos pastores.

A virgem Maria, ao longo da história da Igreja, recebeu dos cristãos muitos títulos que exprimem o carinho da igreja pela Mãe de Jesus. Por trás de cada título, está sempre a Mãe de Jesus, que permanece para sempre como modelo de todo aquele que quer ser discípulo de Cristo.

Para garantir a veracidade da sua afirmação a Igreja se fundamenta: Na SAGRADA ESCRITURA, na TRADIÇÃO DA IGREJA e no SENSO COMUM DOS FIÉIS.

A partir do Concílio Vaticano II, muitas Igrejas particulares e famílias Religiosas começaram a venerar a Virgem Maria sob o título de “MÃE DA IGREJA”. Mas foi durante o ano Santo MARIANO de 1974 que fomentou-se ainda mais essa devoção em todo o mundo. Sua festa costuma-se celebrar no 3º Domingo do Mês de novembro.
Nos evangelhos e nos formulários das Missas do Missal Romano, há múltiplos nexos que unem a Igreja à Santíssima Virgem, e em primeiro lugar celebra o encargo materno que Maria desempenha na Igreja e pela Igreja.

  • Encarnação do Verbo, pelo qual Maria, acolhendo no coração imaculado o Filho de Deus, mereceu concebê-lo no seio virginal e, dando à luz o Criador, lançou os fundamentos da Igreja. (Ler Lucas 1, 26-38)
  • Paixão de Cristo: o Filho unigênito de Deus, pregado na cruz indicou Maria, sua Mãe, também como Mãe nossa. ( João 19, 25-27)
  • Efusão do Espírito Santo: no dia de PENTECOSTES, em que a Mãe do Senhor, unindo suas súplicas às preces dos discípulos, tornou-se exemplar da Igreja orante. (Atos 1 12-14)
  • Assunção da Santíssima Virgem: Santa Maria exaltada à glória dos céus, acompanha com amor materno a Igreja peregrinante e protege bondosa seus passos para a Pátria celestial, até que chegue o dia da glorificação.

Sendo assim, Maria é vista como mãe da Igreja e de todos os seus membros, ou seja, todos os cristãos, pois os cristãos na Bíblia são parte do corpo de Cristo, a Igreja. Eles, portanto, compartilham com Cristo a paternidade de Deus e também a maternidade de Maria. Mais uma vez, no Novo Testamento, (João 19:26-27) o apóstolo João diz que Jesus na cruz é filho de Maria. O Catecismo da Igreja Católica afirma:

“A Virgem Maria… É reconhecida e honrada como sendo verdadeiramente a Mãe de Deus e do Redentor… Ela é claramente a mãe dos membros de Cristo. Maria, Mãe de Cristo, Mãe da Igreja”.

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